
Hoje sonhei que estava escrevendo o primeiro capitulo de meu livro...
Lógico que no sonho eu já tentei mudar o livro para crônicas, mais curtas, mas nem por isso mais fáceis.
Ele começava assim
Eram dez horas de uma manhã cinza em Paris, ela estava aflita a espera de que sua entrega chegasse logo.
Começou a pensar, como Bia tão nova, de geração tão diferente se transformou em sua amiga e até conselheira. Uma mulher madura, que já havia casado, separado, amado, sofrido, criado os filhos, descoberto sua profissão, já tinha traçado seu caminho, como podia ter como guia uma menina, que não tinha vivido nem um terço de sua tragetória?
Com seus questionamentos, ela se deixou ficar na cama, afinal, não é sempre que se está em Paris, num bom hotel, sozinha, curtindo o sabor do tempo.
Nada ia mudar a chegada do que esperava, alias nem ela sabia o que esperava, só sabia que chegaria, afinal Bia havia avisado que mandaria algo para animar suas "férias da vidinha", como ela mesma chamava suas férias.
A fome bateu, e a preguiça de sair do quarto tambem, resolveu olhar as sacolas que estavam largadas pelo quarto, como é bom não precisar colocar nada no lugar, não ter hora, não ter nada, apenas um bom cartão de credito e dinheiro no banco.... Eita vida boa, pensou.
Sabia que acharia alguma coisa para beliscar ate tomar coragem e sair para comer, afinal era a rainha de comprar tranqueiras, tudo o que fosse colorido e açucarado era com ela.
Achou uma caixa de biscoitos cobertos de chocolate, a caixa era linda, a tampa em alto relevo com rococós que lembravam coisas bem antigas, bem no centro da paisagem uma mulher com um vestido romântico e sua sombrinha passeava. Com certeza quando a comprou pensou a quem daria, mas agora já nem se lembrava mais quem era, e depois a viagem estava só começando, 45 dias são infinitos quando se esta longe de casa, sem ter que pensar em filhos, cachorro, mãe, contas, trânsito, médico, amor, sem ter que pensar em viver.
È lógico que quando fez as malas, imaginou já um amor no aeroporto, no avião, pelas ruas de Paris, um beijo roubado no Louvre, um flerte nas portas da Notre Dame e um passeio de mão dadas pelo Siena.
Mas estes sonhos são daqueles que não se quer realizar, são sonhos apenas sonhados, para ficar em fumaça de devaneios, sonhos que se leva pela vida.
Sonho que ela queria que virasse realidade era ver seu amor, ali de surpresa, cortejando-a, querendo a todo custo empregna-la com seu amor! Ah! este sonho sim é para ser sonhado acordada, vivendo.
Já passava das tres horas, quando lentamente ela resolveu se arrumar e dar inicio ao seu dia. De nada iria adiantar esperar chegar seja o que fosse, com o tempo passando lá fora.
Lógico que no sonho eu já tentei mudar o livro para crônicas, mais curtas, mas nem por isso mais fáceis.
Ele começava assim
Eram dez horas de uma manhã cinza em Paris, ela estava aflita a espera de que sua entrega chegasse logo.
Começou a pensar, como Bia tão nova, de geração tão diferente se transformou em sua amiga e até conselheira. Uma mulher madura, que já havia casado, separado, amado, sofrido, criado os filhos, descoberto sua profissão, já tinha traçado seu caminho, como podia ter como guia uma menina, que não tinha vivido nem um terço de sua tragetória?
Com seus questionamentos, ela se deixou ficar na cama, afinal, não é sempre que se está em Paris, num bom hotel, sozinha, curtindo o sabor do tempo.
Nada ia mudar a chegada do que esperava, alias nem ela sabia o que esperava, só sabia que chegaria, afinal Bia havia avisado que mandaria algo para animar suas "férias da vidinha", como ela mesma chamava suas férias.
A fome bateu, e a preguiça de sair do quarto tambem, resolveu olhar as sacolas que estavam largadas pelo quarto, como é bom não precisar colocar nada no lugar, não ter hora, não ter nada, apenas um bom cartão de credito e dinheiro no banco.... Eita vida boa, pensou.
Sabia que acharia alguma coisa para beliscar ate tomar coragem e sair para comer, afinal era a rainha de comprar tranqueiras, tudo o que fosse colorido e açucarado era com ela.
Achou uma caixa de biscoitos cobertos de chocolate, a caixa era linda, a tampa em alto relevo com rococós que lembravam coisas bem antigas, bem no centro da paisagem uma mulher com um vestido romântico e sua sombrinha passeava. Com certeza quando a comprou pensou a quem daria, mas agora já nem se lembrava mais quem era, e depois a viagem estava só começando, 45 dias são infinitos quando se esta longe de casa, sem ter que pensar em filhos, cachorro, mãe, contas, trânsito, médico, amor, sem ter que pensar em viver.
È lógico que quando fez as malas, imaginou já um amor no aeroporto, no avião, pelas ruas de Paris, um beijo roubado no Louvre, um flerte nas portas da Notre Dame e um passeio de mão dadas pelo Siena.
Mas estes sonhos são daqueles que não se quer realizar, são sonhos apenas sonhados, para ficar em fumaça de devaneios, sonhos que se leva pela vida.
Sonho que ela queria que virasse realidade era ver seu amor, ali de surpresa, cortejando-a, querendo a todo custo empregna-la com seu amor! Ah! este sonho sim é para ser sonhado acordada, vivendo.
Já passava das tres horas, quando lentamente ela resolveu se arrumar e dar inicio ao seu dia. De nada iria adiantar esperar chegar seja o que fosse, com o tempo passando lá fora.

Nenhum comentário:
Postar um comentário