Ela bailou nas palavras que lia como bailasse a valsa da meia noite.
As palavras dançavam e acariciavam seu coração.
Tudo era esperança, nada mais importava.
O amanhã não existia mais.
Bailava nas palavras e não importava se tinham coerência.
Ela bailou e nem se importou com o certo e errado.
Bailou sem olhar os passos e pode ter atravessado vários compassos.
Se sentiu leve e se entregou ao sonho.
Se o baile irá continuar não importa, somente ela ouve a orquestra, somente ela baila pelo salão.
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