Tem dias que não sei ao certo se o que doí é o medo de morrer ou a vontade de que isso aconteça...
É tanto cansaço, tanta tristeza, tanta indignação, tanta injustiça, que muitas vezes parece que não pertenço a este lugar....
Quero uma vida simples, sem este concreto da cidade, esta sede e necessidade de ter, parecer, consumir que move as pessoas..
Quero um ar leve, uma luz morna, águas limpas, grama para pisar, estrelas para contar...
Andar descalço, trabalhar com prazer, ter amigos e poder curti-los, visita-los...
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